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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Wikileaks, o site do momento


Quer saber o que rola nas rodinhas diplomacia internacional? Quer ficar por dentro do que acontece no Clube Atômico? Não, amigos, não é mais um chat por telefone que se anuncia na madrugada digital. O Wikileaks é o objeto em questão. O site do momento teve suas doações bloqueadas, após sucessivas quedas de inúmeros de seus servidores. Seu fundador se nega a apresentar-se a polícia, encontra-se em paradeiro desconhecido e é procurado pela Interpol. Se eu fosse você, não perdia tempo em acessar à página e saber o porquê de tanto alvoroço em torno de documentos já nem tão mais sigilosos como se pensava...
(na imagem ao lado, Julian Assange, fundador do WikiLeaks)

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Instituto Nielsen anuncia erro na medição da audiência na internet

Por meio de nota divulgada em seu site, o instituto Nielsen anunciou que seu sistema de medição da audiência na internet está subestimando o número de visitantes dos sites em cerca de 5%. A falha estaria ocorrendo em sites com endereços cuja extensão ultrapasse os 2.000 caracteres, fato comum em sites como o Facebook.

Na semana passada, a companhia já havia reportado erros no registro de tempo de navegação dos internautas. No entanto, ainda não se sabe quando os problemas começaram e nem como eles podem ter afetado a medição da audiência em vídeos da internet, onde os números reportados pelo instituto foram 22% menores do que o tempo efetivamente gasto.

De acordo com a Nielsen, as falhas parecem estar concentradas nos Estados Unidos e um sistema para reparar os erros já foi testado, com previsão para entrar em operação ainda neste mês.
Ainda não há informação de como a medição em sites brasileiros poderia ter sido afetada.

Com informações da Folha Online e eBand.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A morte da internet

A internet estarias prestes a fracassar? é isso que acredita Douglas Rushkoff,escritor e professor de estudos de mídia da Universidade New School nos EUA, que gentilmente cedeu essa entrevista via e-mail para acabar com as nossas dúvidas sobre a WEB.

Para ele a relação entre as pessoas e a rede é hoje sinônimo de uma única palavra: mudança. "No início quando a tecnologia era mais rudimentar e ainda havia uma certa aura de conhecimento envolvendo a então nova invenção, estar online significava o início de uma fascinante jornada de investigação. Agora, as pessoas encontram tudo o que querem em poucos segundos", contou.

A consequência disso seria que os internautas passaram a se contentar com rápidas e simples respostas, que ficam no meio do caminho entre a questão e a investigação. "Não que a internet fosse mudar as pessoas, mas ela poderia ser uma ferramenta para as pessoas mudarem o mundo.", disse o escritor.

Para Rushkoff, é importante considerar o estímulo positivo que ela teve ao fomentar grandes discussões, sem é claro, ignorar que hoje ela se distancia de um caminho alternativo que poderia ajudar a formar um mundo melhor. Através da internet continuamos a fazer as mesmas velhas compras e negócios, sem que isso nos dê o mínimo para promover transformações realmente fundamentais.

Mas não é hora de perder as esperanças. O professor acredita que para que a internet possa desenvolver novos valores e relações humanas é preciso que as pessoas utilizem interfaces mais complexas e diferentes dos facebooks e twitters de hoje.

"As pessoas teriam que entender algo essencial: que os diferentes ambientes virtuais que elas hoje habitam são programados por pessoas e grandes empresas na tentativa de nos encorajar a pensar da maneiras como elas querem.", explicou.

Na teoria, a proposta é boa. A prática é mais complexa. A verdade é que ainda estamos muito longe de formar um exército de programadores.Rushkoff concorda.Vamos torcer por melhoras.