O potencial educativo do computador tem sido cada dia melhor explorado nas escolas. O site Livroclip é uma das boas iniciativas que usa a interatividade como ferramenta pedagógica. Dezenas de livros são disponibilizados gratuitamente sob a forma de animações ou jogos online.
Os títulos abrangem obras das grades do ensino fundamental, médio e superior. A lista de autores inclui de contos infantis a Machado de Assis, Shakespeare, Aristóteles, Lima Barreto, Voltaire, Dan Brown e muitos outros.
Veja abaixo o LivroQuiz “Coleção crianças famosas”, da editora Callis. A publicação infantil foi transformada em vídeo game e está hoje no top 10 do site.
Vale ressaltar que a proposta do Livroclip não é substituir a versão impressa, pelo contrário. As animações de alta qualidade visam, por meio da participação do internauta, despertar seu interesse pela leitura.
O site já foi premiado pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e selecionado pelo Ministério da Educação para integrar o Banco Internacional de Objetos Educacionais.
Assista a adaptação mitos africanos das comunidades ketu "Omo-oba - Mitos de princesas",
Ao lado de todas as animações, menu oferece informações sobre o autor e obra, trechos do texto, espaço para comentário e seção dedicada aos professores, com dicas de como usar a obra em sala de aula. Para ler as obras na íntegra, links direcionam para o site das editoras.
Mostrando postagens com marcador Natassja Menezes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Natassja Menezes. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
ECO ganha rolões de papel higiênico
A instalação no dia 13 de novembro de rolões nos banheiros da Escola de Comunicação da UFRJ (ECO) promete solucionar a falta de papel higiênico da Instituição. Há anos a crise de abastecimento afeta centenas de alunos, que colocam suas saúdes em risco enfrentando condições limpeza precárias. O cenário é o oposto do encontrado no curso de Economia, modelo de higiene no campus da Praia Vermelha.
“Só encontramos papel no banheiro feminino da ECO até às 8h. Isso nos abriga a ir em prédios de outros cursos para encontrar as condições mínimas”, desabafa a Luísa Lucciola, estudante de Jornalismo. A queixa é comum entre seus amigos de classe e já foi por diversas vezes discutida no Centro Acadêmico.
Segundo Valdir, funcionário responsável pela manutenção, os banheiros são reabastecidos duas vezes ao dia, de manhã e à tarde. Contudo, em poucos minutos os rolos acabam, ficam molhados ou caem dentro da privada. Isso se dá principalmente por uma falta de suporte para o papel, o que levou até mesmo à construção de uma estrutura improvisada com cabos de vassoura.
“O problema não é limpar, mas conseguir o material. Muitas vezes tento buscar papel no almoxarifado e ele está fechado ou não liberam mais.”, explica Valdir. A afirmação não pode ser confirmada no almoxarifado, que ao longo de três dias esteve fechado entre 7h30 e 13h. “Quem sabe agora, com os rolões que rendem mais, esse problema não acaba?”, completa.
Prédio anexo à ECO, o Centro de Produção e Multimídia, é o único do curso onde a situação é melhor. Banheiros mais limpos e normalmente com papel higiênico são possíveis graças a um pequeno depósito. Ali os funcionários de manutenção podem guardar e trancar parte do estoque que conseguem no almoxarifado, permitindo uma reposição de material com maior frequencia, sem mediações.
O serviço de limpeza da universidade é terceirizado, tendo a Locanty com prestadora de serviços. No entanto, há uma diferença gritante entre os banheiros da ECO e de Economia, mesmo contratando a mesma empresa. No curso vizinho se encontra além de papel higiênico, protetores para assento de vaso sanitário, toalhas descartáveis para as mãos, sabonete líquido e até mesmo um ambiente perfumado.
“Chego a limpar o banheiro seis vezes em uma manhã , checo toda hora se falta alguma coisa e reabasteço quantas vezes precisar.”, conta a caprichosa Bete, funcionária específica da limpeza em Economia. O almoxarifado do curso é mantido sempre aberto, tendo um funcionário de plantão de manhã e outro à tarde. Além dos recursos da UFRJ, o local recebe também verba do Instituto de Economia, que exige e possibilita uma melhor gestão da infra-estrutura.
A experiência dos primeiros dias com rolões nos banheiros da ECO tem surtido efeito positivo entre alunos, mas também críticas. “Acho bom o novo sistema, mas acho que a qualidade do papel caiu”, aponta Luana Fernandes, estudante de jornalismo.
“Só encontramos papel no banheiro feminino da ECO até às 8h. Isso nos abriga a ir em prédios de outros cursos para encontrar as condições mínimas”, desabafa a Luísa Lucciola, estudante de Jornalismo. A queixa é comum entre seus amigos de classe e já foi por diversas vezes discutida no Centro Acadêmico.
Segundo Valdir, funcionário responsável pela manutenção, os banheiros são reabastecidos duas vezes ao dia, de manhã e à tarde. Contudo, em poucos minutos os rolos acabam, ficam molhados ou caem dentro da privada. Isso se dá principalmente por uma falta de suporte para o papel, o que levou até mesmo à construção de uma estrutura improvisada com cabos de vassoura.
“O problema não é limpar, mas conseguir o material. Muitas vezes tento buscar papel no almoxarifado e ele está fechado ou não liberam mais.”, explica Valdir. A afirmação não pode ser confirmada no almoxarifado, que ao longo de três dias esteve fechado entre 7h30 e 13h. “Quem sabe agora, com os rolões que rendem mais, esse problema não acaba?”, completa.
Prédio anexo à ECO, o Centro de Produção e Multimídia, é o único do curso onde a situação é melhor. Banheiros mais limpos e normalmente com papel higiênico são possíveis graças a um pequeno depósito. Ali os funcionários de manutenção podem guardar e trancar parte do estoque que conseguem no almoxarifado, permitindo uma reposição de material com maior frequencia, sem mediações.
O serviço de limpeza da universidade é terceirizado, tendo a Locanty com prestadora de serviços. No entanto, há uma diferença gritante entre os banheiros da ECO e de Economia, mesmo contratando a mesma empresa. No curso vizinho se encontra além de papel higiênico, protetores para assento de vaso sanitário, toalhas descartáveis para as mãos, sabonete líquido e até mesmo um ambiente perfumado.
“Chego a limpar o banheiro seis vezes em uma manhã , checo toda hora se falta alguma coisa e reabasteço quantas vezes precisar.”, conta a caprichosa Bete, funcionária específica da limpeza em Economia. O almoxarifado do curso é mantido sempre aberto, tendo um funcionário de plantão de manhã e outro à tarde. Além dos recursos da UFRJ, o local recebe também verba do Instituto de Economia, que exige e possibilita uma melhor gestão da infra-estrutura.
A experiência dos primeiros dias com rolões nos banheiros da ECO tem surtido efeito positivo entre alunos, mas também críticas. “Acho bom o novo sistema, mas acho que a qualidade do papel caiu”, aponta Luana Fernandes, estudante de jornalismo.
Jornada discute suicídio na imprensa anarquista
Projeto elaborado por jovens pesquisadores do Arquivo de Memória Operária do Rio de Janeiro revela ótica sobre o suicídio em jornal anarquista da virada do século 20. Apresentado na 31ª Jornada Giulio Massarani de Iniciação Cientifica, Artística e Cultural, em outubro deste ano, foi desenvolvido pelos estudantes de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Natália Peçanha, Rafael Viana e Eliza Vianna, sob orientação da professora Elina Pessanha.
Aplicações equivocadas da medicina social na República Velha são o primeiro fato criticado pelo grupo. A recorrência do suicídio nos noticiários era algo que preocupava as autoridades médicas, cujos conceitos se contrapunham aos da sociologia. Enquanto a medicina buscava no corpo e na mente explicações para a causa do suicídio, Durkheim defende a ideia de que isso é fruto da coesão social.
Mas certamente a mídia sensacionalista não deixaria de vender manchetes, especialmente quando se tratavam de casos que envolviam relacionamentos amorosos. Os autores apontam que a maior parte deles era, na verdade, ligado a fatores de ordem econômica. Escolhem como estudo de caso o periódico “A Vida”, com influência do cientificismo de Piotr Kropotkin e do evolucionismo de Elisée Réclus – que é, em suma, a utilização das ciências naturais e humanas por um viés social dos anarquistas. Artigo publicado em dezembro de 1914 aponta o alto índice de dez suicidas como fruto da miséria, das dificuldades da vida. Vai além, crê nisso como uma epidemia causada pela organização social e aponta o Anarquismo como a única solução para tal mal.
Veja abaixo a capa do periódico e a notícia na íntegra. Clique nas imagens para vê-las ampliadas.


Fundado em 1987, o Arquivo de Memória Operária do Rio de Janeiro é sediado na UFRJ, no campus do IFCS. Seu foco é a recuperação, registro e preservação do patrimônio material e imaterial referente à história do trabalho, dos trabalhadores e suas organizações. Ali são encontradas documentação arquivísticas bibliográfica (livros e periódicos) e iconográficas (em originais, reproduções e microfilmes) e material sonoro e audio-visual
Aplicações equivocadas da medicina social na República Velha são o primeiro fato criticado pelo grupo. A recorrência do suicídio nos noticiários era algo que preocupava as autoridades médicas, cujos conceitos se contrapunham aos da sociologia. Enquanto a medicina buscava no corpo e na mente explicações para a causa do suicídio, Durkheim defende a ideia de que isso é fruto da coesão social.
Mas certamente a mídia sensacionalista não deixaria de vender manchetes, especialmente quando se tratavam de casos que envolviam relacionamentos amorosos. Os autores apontam que a maior parte deles era, na verdade, ligado a fatores de ordem econômica. Escolhem como estudo de caso o periódico “A Vida”, com influência do cientificismo de Piotr Kropotkin e do evolucionismo de Elisée Réclus – que é, em suma, a utilização das ciências naturais e humanas por um viés social dos anarquistas. Artigo publicado em dezembro de 1914 aponta o alto índice de dez suicidas como fruto da miséria, das dificuldades da vida. Vai além, crê nisso como uma epidemia causada pela organização social e aponta o Anarquismo como a única solução para tal mal.
Veja abaixo a capa do periódico e a notícia na íntegra. Clique nas imagens para vê-las ampliadas.


Fundado em 1987, o Arquivo de Memória Operária do Rio de Janeiro é sediado na UFRJ, no campus do IFCS. Seu foco é a recuperação, registro e preservação do patrimônio material e imaterial referente à história do trabalho, dos trabalhadores e suas organizações. Ali são encontradas documentação arquivísticas bibliográfica (livros e periódicos) e iconográficas (em originais, reproduções e microfilmes) e material sonoro e audio-visual
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Mobilização online por boicote ao metro
Indignados com vagões cada vez mais hiperlotados, passageiros planejam boicote ao metro do Rio de Janeiro na próxima segunda-feira, dia 30 de novembro.
Circula pela internet email de convocação popular, com ampla repercussão nas redes sociais do Orkut, Facebook e Twitter.
“Faremos greve de passageiros. Ninguém fará uso do metrô, vamos dar um prejuízo de milhões e chamar a atenção de verdade das autoridades e responsáveis pelo caos. Já nos sacrificamos todos os dias utilizando este transporte. Então, mesmo que tenhamos que pegar mais condução ou demorarmos mais a chegar em nosso destino neste dia, precisamos nos mobilizar”, propõe o texto da usuária Renata C. Mendonça, indicada como a precursora do boicote.
Além de vagões cheios, as queixas giram em torno da falta de luz e ar condicionado. Matéria publicada no Globo Online relata que os condutores têm de trabalhar com janelas abertas, prejudicando suas saúdes com ruído e poluição pela falta de refrigeração.
Segundo a publicação, o Metrô Rio diz estar investindo R$ 1,15 bilhão em melhorias, mas que o problema só será realmente resolvido em dezembro do ano que vem, com a chegada de 19 novos trens.
A comunidade no Orkut “Eu apoio boicote ao metrô Rio” conta hoje com 177 membros. “Você se sente mais gado do que gente”, desabafa a internauta Viviane Ramires. “É um absurdo este desrespeito com o cidadão. Devia existir um controle de lotação como qualquer meio de transporte, segunda vou de ônibus”, reclama o participante Marcelo Oliveira.
Ganhando destaque em alguns sites de noticiário, espera-se a adesão em massa da população.
Quem nunca ouviu a promessa de um próximo vagão com mais lugares? Passageiro chega a ficar com braço para o lado de fora.
Você já sofreu com metrô lotado? Comente e não deixe de participar do boicote!
Circula pela internet email de convocação popular, com ampla repercussão nas redes sociais do Orkut, Facebook e Twitter.
“Faremos greve de passageiros. Ninguém fará uso do metrô, vamos dar um prejuízo de milhões e chamar a atenção de verdade das autoridades e responsáveis pelo caos. Já nos sacrificamos todos os dias utilizando este transporte. Então, mesmo que tenhamos que pegar mais condução ou demorarmos mais a chegar em nosso destino neste dia, precisamos nos mobilizar”, propõe o texto da usuária Renata C. Mendonça, indicada como a precursora do boicote.
Além de vagões cheios, as queixas giram em torno da falta de luz e ar condicionado. Matéria publicada no Globo Online relata que os condutores têm de trabalhar com janelas abertas, prejudicando suas saúdes com ruído e poluição pela falta de refrigeração.
Segundo a publicação, o Metrô Rio diz estar investindo R$ 1,15 bilhão em melhorias, mas que o problema só será realmente resolvido em dezembro do ano que vem, com a chegada de 19 novos trens.
A comunidade no Orkut “Eu apoio boicote ao metrô Rio” conta hoje com 177 membros. “Você se sente mais gado do que gente”, desabafa a internauta Viviane Ramires. “É um absurdo este desrespeito com o cidadão. Devia existir um controle de lotação como qualquer meio de transporte, segunda vou de ônibus”, reclama o participante Marcelo Oliveira.
Ganhando destaque em alguns sites de noticiário, espera-se a adesão em massa da população.
Quem nunca ouviu a promessa de um próximo vagão com mais lugares? Passageiro chega a ficar com braço para o lado de fora.
Você já sofreu com metrô lotado? Comente e não deixe de participar do boicote!
domingo, 25 de outubro de 2009
Óperas conquistam telonas de cinema
Para os que sempre imaginaram como tediosas as óperas no Theatro Municipal, o gênero vem ganhando uma nova cara e cada vez mais espaço no cinema. Mais do que espetáculos filmados, a produções tornam-se obras cinematográficas de destaque, sob as mãos de renomados diretores. O público se impressiona especialmente com a fotografia, cenários, iluminação, tudo isso projetado em HD. É a multimídia criando uma nova forma de vermos os clássicos, podendo usar allstar, comendo pipoca e abraçando o namorado.
Aqui no Brasil, a moda começou a pegar em fevereiro, quando a Moviemobz começou a transmitir montagens do Metropolitan Opera House de Nova York. Só no primeiro semestre deste ano, foram 264 sessões, de seis óperas, em dezenove cidades, levando mais de 22 mil espectadores às salas de cinema.
Outro projeto imperdível é o “Ópera na tela”, que termina na próxima quinta-feira (dia 29/10) no Rio de Janeiro e Manaus, seguindo em novembro para Belém e São Paulo. A programação carioca conta com seleção de grandes produções exibidas em telão ao ar livre no Centro Cultural dos Correios – com confortáveis espreguiçadeiras e estrutura de toldo em caso de chuva – e no Instituto Moreira Salles, além de documentários, balés e debates com especialistas internacionais de música e cinema. É a oportunidade perfeita para os curiosos e os cinéfilos de plantão descobrirem o gênero. Boa notícia também para os estudantes sem dinheiro: a meia-entrada custa entre R$ 2 e R$ 5, contando ainda com várias exibições gratuitas. Confira a programação completa em: www.operanatela.com
Aqui no Brasil, a moda começou a pegar em fevereiro, quando a Moviemobz começou a transmitir montagens do Metropolitan Opera House de Nova York. Só no primeiro semestre deste ano, foram 264 sessões, de seis óperas, em dezenove cidades, levando mais de 22 mil espectadores às salas de cinema.
Outro projeto imperdível é o “Ópera na tela”, que termina na próxima quinta-feira (dia 29/10) no Rio de Janeiro e Manaus, seguindo em novembro para Belém e São Paulo. A programação carioca conta com seleção de grandes produções exibidas em telão ao ar livre no Centro Cultural dos Correios – com confortáveis espreguiçadeiras e estrutura de toldo em caso de chuva – e no Instituto Moreira Salles, além de documentários, balés e debates com especialistas internacionais de música e cinema. É a oportunidade perfeita para os curiosos e os cinéfilos de plantão descobrirem o gênero. Boa notícia também para os estudantes sem dinheiro: a meia-entrada custa entre R$ 2 e R$ 5, contando ainda com várias exibições gratuitas. Confira a programação completa em: www.operanatela.com
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Rádio centraliza voz de Zelaya
Ilhado na embaixada brasileira, o presidente hondurenho deposto Manuel Zelaya encontrou na Rádio Globo de Honduras seu espaço de voz. Proibido de fazer discursos públicos, seus pronunciamentos na rádio têm sido o meio de pressionar o governo vigente e a opinião internacional. Pro-Zelaya, o veículo de comunicação assumiu papel fundamental de porta voz na crise política e foi fechada.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
E-Overdose
Há quantas horas vc está online? Passar o dia no computador é cada vez mais normal, mas pode levar à “e-thrombose”, reação ao excesso de exposição eletrônica. Mas até doses exageradas de água podem levar à morte, como caso de jovem britânico em 2007.
por Beatriz Inojosa e Natassja Menezes
por Beatriz Inojosa e Natassja Menezes
Assinar:
Postagens (Atom)
