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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O negócio é ser interativo e convergir

Entretenimento e informação em toda hora, todo lugar e em todos os formatos. São esses os desejos do público que utiliza, cada vez mais, plataformas digitais para se manter atualizado, segundo a opinião dos especialistas que participaram do debate “Rio Digital: uma aposta no futuro”. Ocorrido no Salão Dourado do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, no último dia 12, o evento ressaltou a importância da convergência e da interatividade nos meios de comunicação, uma consequência da evolução do comportamento dos consumidores, que hoje em dia preferem assistir a seus programas favoritos na internet, podendo mandar seus e-mails através do próprio telefone celular.

Para Salustiano Fagundes, diretor da HXD Interactive Television, empresa brasileira que desenvolve mídias interativas para TV Digital, a geração atual é “multiconvergente”, pois possui diversas possibilidades de interação com os diferentes suportes. “Entender o que este mercado quer é descobrir uma nova linguagem de intercessão entre essas múltiplas áreas”, afirmou, durante o evento. Na opinião de Roni Wajnberg, gerente de Soluções de Mobilidade da Oi, apenas com o tempo será possível compreender a revolução digital que o mundo está vivenciando. “Mas o entendimento desse ambiente convergente passa pela integração de setores adjacentes, gerando novos serviços e novos conteúdos”, frisou, em referência a tal interatividade, que permite que a produção não seja feita apenas para os próprios clientes, mas também por eles.

Para se ter uma ideia, segundo dados apresentados por Nelson Hoineff, produtor e diretor de televisão, em junho de 2009, só no Brasil, o número de internautas cresceu mais de 40% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a quantidade de mensagens de texto, enviadas por celular diariamente no mundo, superou recentemente o total de habitantes do planeta (mais de 6,6 bilhões), enquanto 74% das pessoas com TV em seus próprios aparelhos telefônicos passaram a assistir, sem interrupção, a pelo menos 30 minutos de programação televisiva. “O horário nobre tradicional da televisão se flexibilizou”, constatou Hoineff, explicando que agora as pessoas não precisam mais estar em casa para ver os programas. “Elas podem estar indo ou voltando do trabalho, enquanto acompanham tudo pelo celular”, explicou.

domingo, 15 de novembro de 2009

O Kindle e as transformações editoriais

Os hábitos de leitura tradicionais estão passando por uma revolução que vai alterar significativamente o mercado editorial. Essa é a opinião de Paulo Pires, professor de Produção Editorial da Escola de Comunicação (ECO) da UFRJ, que enxerga, diante do avanço dos leitores digitais, uma nova forma de comercialização de livros, revistas e jornais. O maior exemplo disso é o Kindle, suporte lançado pela Amazon, em 2007, nos EUA, e que agora chega ao Brasil e a outros cem países, prometendo tomar o espaço até então ocupado pelos textos em papel.

“Imagine que um dia você acorde e todos os livros da sua casa estejam armazenados em um único objeto portátil”, ilustra o professor da ECO, que também trabalha como editor da Ediouro. Por cerca de US$ 10 cada, é possível fazer o download de livros disponibilizados pela página da Amazon e carregar diversas obras com o peso de apenas um dispositivo. “Para fazer viagens, por exemplo, o Kindle é muito adequado, pois não é preciso mais carregar muitos livros na mala. Evita-se até a cobrança de taxas extras por excesso de bagagem”, brinca.

Então está decretada a morte dos livros impressos? Na opinião dele, não. Sempre haverá espaço no mercado para os livros tradicionais, que ainda terão consumidores ávidos por modelos gráficos tradicionais. Mas não há como negar que a vendagem deles sofrerá um baque nos próximos anos, com o avanço de leitores digitais como o Kindle. “Para sobreviver à digitalização dos produtos, as livrarias e editoras precisarão se ajustar a esse novo padrão tecnológico”, acredita Paulo, que esteve na Feira do Livro de Frankfurt – maior evento do mercado editorial no mundo, realizado em outubro deste ano na Alemanha – e não acredita em algumas visões proféticas escutadas por lá, que já marcaram inclusive data para o fim dos livros de papel.

Leia a matéria na íntegra aqui.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A revolução digital e os rumos do jornalismo

A era é de transformação tecnológica e os tempos são de incerteza quanto ao futuro da profissão. Graças ao crescimento da internet e de outros veículos de comunicação, que permitem a descentralização da informação, ninguém sabe dizer ao certo o que acontecerá com o jornalismo daqui a alguns anos. Com o objetivo de discutir os caminhos que as empresas de mídia terão de percorrer para poder se adequar e não perder espaço dentro do novo sistema comunicacional, tendo em vista principalmente as possibilidades de interação com o público, foi realizado, entre os dias 27 e 29 do último mês de outubro, o 3º MediaOn em São Paulo.

Principal fórum de jornalismo online da América Latina, o evento, que foi realizado pelo Instituto Itaú Cultural e pelo Terra, com o apoio da CNN e da BBC Brasil, contou com a participação de diversos especialistas no assunto. Confira abaixo as principais opiniões e as notícias na íntegra.

- "A falta de confiança dos leitores pode ser reconstituída através da internet", afirmou Pierre Haski, editor-chefe do site Rue.89.com, sobre "a crise moral pela qual passa o jornalismo". Mais de 60% dos franceses não confiam nos jornalistas de seu país. Para Fernando Madeira, presidente do Terra América Latina, "a internet ajuda a construir e a destruir a confiança em uma marca", já que os nascidos na era digital costumam ter pouco apego às marcas. Leia mais aqui.

- Para José Roberto Toledo, especialista em jornalismo de precisão e política, "a checagem ganhou mais importância nos dias de hoje. O conceito de publicar antes não vale mais". É importante também contextualizar a notícia para que o leitor se encontre mais rapidamente e evite perder tempo "entre a enxurrada de coisas que circula na internet". Já Tiago Dória, editor do blog sobre cultura, web, mídia e tecnologia do IG, acredita que enquanto se preocuparem em dominar as ferramentas e não os conceitos virtuais, os jornalistas continuarão com escassez de tempo. Leia mais aqui.

- Toledo disse ainda que "ser demasiado impessoal no Twitter é muito chato". Para ele, as redes sociais são ótimos meios para se "tirar o termômetro da sociedade", ou seja, chegar à uma conclusão sobre o que as pessoas estão pensando. Ainda sobre os "twits", os de maior reprodução são aqueles com linguagem clara e que estabelecem links para conteúdos externos. Integrante do programa humorístico CQC, Danilo Gentili ressaltou a possibilidade de interação entre quem emite e quem lê um conteúdo na internet. "A graça do Twitter é eu mesmo me comunicando com quem está me lendo", declarou. Leia mais aqui.

- O jornalismo esportivo online não existe. Essa é a opinião de José Henrique Mariante, editor do caderno de esportes da Folha de São Paulo, que considera "colagem o que é feito hoje, através de outras plataformas". Enquanto Júlio Gomes, editor do site ESPN.com.br, tem como meta estar em todos os lugares e de todas maneiras, através das várias mídias, Luiz Fernando Gomes, editor-chefe do diário esportivo Lance! acredita que o jornal terá de saber o "amanhã" e não o "ontem". "O jornal tem de prever e analisar o que irá acontecer", opinou ele. Leia mais aqui.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Boom asiático na internet

Com crescimento da Ásia, número de usuários da rede irá dobrar para mais de 2 bilhões em 2013

Em dezembro de 2008, a internet alcançou a expressiva marca de 1 bilhão de usuários online em todo planeta. Mas, até 2013, segundo a Forrester Research, as expectativas são de que esse número dobre e que pelo menos 2,2 bilhões da população mundial esteja conectada à rede virtual. De acordo com dados fornecidos pela empresa de pesquisas, quem mais tem a colaborar para esse crescimento na internet é o mercado asiático, que em quatro anos passará a representar 43% dos internautas.

Para se ter uma ideia, apenas a China será responsável por 17% desse grupo de pessoas online, algo em torno dos 340 milhões de conectados. No total, haverá um aumento de 41% dos usuários no continente asiático e na região do Pacífico, que em 2008 possuiam 560,2 milhões de internautas e em 2013 terão cerca de 937,7 milhões. Outro fator importante, que ressalta a força da Ásia na interação digital, é o percentual que afirma que, proporcionalmente, a Coréia do Sul é o país com mais casas conectadas à internet: 85% dos lares possuem acesso direto à rede.

A explicação para isso é o fato de que mercados aonde já havia uma disseminação maior da internet, como os EUA e a Europa Ocidental, estão saturados. Enquanto na América do Norte o crescimento da população da internet será menor que 3%, o percentual de internautas europeus irá ter uma diminuição de 26% para 22%, por exemplo. Em contrapartida, espera-se ainda que haja um crescimento de conexões à internet, entre 11% e 13%, em países africanos e do Oriente Médio, que atualmente representam apenas 4,8% da população mundial online.

Com incentivos à popularização digital, números brasileiros também impressionam

No Brasil, o crescimento das lan houses e as facilidades oferecidas na compra dos computadores vêm ajudando para a popularização da internet. Os estabelecimentos que oferecem acesso à rede baratearam seu serviço, ao mesmo passo em que o aumento do número de parcelas também contribuiu para que famílias das classes sócio-econômicas C e D comprassem seu primeiro computador. Integrantes da classe B aproveitaram também e adquiriram notebooks, ou até mesmo um segundo computador para a residência.

As informações são da Consultoria IDC que, mesmo com a retração econômica por causa da crise internacional, espera vender em 2010 mais de 12 milhões de computadores no Brasil. Com 21 PCs sendo comprados por minuto pelos consumidores nacionais, a projeção é que o país ultrapasse o Reino Unido e empate com o Japão como maior vendedor mundial de computadores, ficando atrás apenas dos gigantes EUA e China.

Em média, o número de brasileiros na rede virtual cresce 20% ao ano, consequência do maior interesse em sites de relacionamentos, procura por informações, checagem de emails e compras online. Em 2006, mais de 52% dos municípios do Brasil já desenvolviam alguma política de inclusão digital e mais de 40% ofereciam máquinas de uso público, o que explica o aumento da média mensal de navegação do brasileiro na internet, nos últimos dois anos. São aproximadamente 22 horas de uso por cada internauta, marca bem maior que os números dos norte-americanos e japoneses, que ficam conectados à internet, respectivamente, cerca de 19 horas e 18 horas e meia.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

A importância da internet para a eleição de Obama

Dentro da Jornada de Iniciação Científica, Artística e Cultural promovida pela UFRJ, o aluno do curso de Jornalismo Maurício Meireles, apresentou, na última terça-feira (06/10), seu trabalho sobre o tema "Eleição e internet: a influência da comunicação distribuída no processo eleitoral democrático". Em apresentação realizada na Escola de Comunicação (ECO) da UFRJ, ele destacou o caso do atual presidente norte-americano Barack Obama, eleito recentemente, em 2008, com grande apoio dos internautas e usuários das novas mídias digitais.

Segundo o estudante, a campanha desenvolvida na internet de forma espontânea por alguns eleitores contagiou grande parte da população, principalmente os jovens, que são maioria na rede virtual, o que contribuiu significativamente para a vitória histórica do primeiro presidente negro dos Estados Unidos. Maurício defendeu a ideia de que, por se sentirem mais conectados aos projetos eleitorais de Obama através da web, houve um suporte maciço vindo dos usuários desse meio.

A afirmação feita foi comprovada através de alguns números estatísticos: 2 milhões de americanos criaram perfis em sites de relacionamento para incentivar o candidato democrata, a maioria utilizando o slogan "Yes, we can"; 55% da população adulta em idade de votar usou a internet para se engajar nas eleições, sendo 74% dessas pessoas eleitores de Obama; e mais de 7 milhões de ligações, feitas por apoiadores do presidente, foram registradas para eleitores indecisos às vésperas da eleição, no projeto "Call for change".

O engajamento via internet serviu ainda, de acordo com o trabalho apresentado, para comprovar que o fracasso da campanha democrata às eleições presidenciais de 2004, com o candidato Howard Dean, não se deveu a arrecadação de fundos online. Na ocasião, a iniciativa foi massacrada pela grande mídia e o importante estado de Iowa acabou não votando a favor de Dean, o que foi decisivo para o resultado final. De acordo com Mauricio Meireles, a utilização da web como ferramenta para campanha política não foi uma ação inovadora, mas consolidou com êxito uma estratégia que já havia sido desenvolvida anteriormente.

No caso de Obama, o que se configurou foi uma oposição à campanhas massificadas pelas mídias tradicionais. A propaganda democrata serviu como contrapeso à forte presença republicana nos rádios e, com a grande adesão dos internautas, o papel das redes virtuais se esquiparou ao dos jornais, tendo percentuais semelhantes de influência sobre a opinião pública. Na visão de Maurício, a vitória de Obama, ademais dos fatores contextuais que a marcaram como um dos principais acontecimentos históricos das últimas décadas, serviu também para pôr fim ao descrédito quanto a capacidade da internet em mudar os rumos de uma eleição.

domingo, 27 de setembro de 2009

Se há sangue, então há notícia

Correspondente da Reuters explica porque o Oriente Médio repercute tanto na mídia

“Depois do petróleo, a notícia é o principal produto exportado pelo Oriente Médio”. Foi com esta frase que Dan Williams, correspondente da Agência Reuters em Israel, definiu a importância da cobertura jornalística naquela área. Convidado pelo portal Comunique-se, o jornalista inglês analisou, durante seminário realizado na última quarta-feira (23/09), na Escola de Comunicação da UFRJ, os principais temas que proporcionam à região tanto espaço na mídia: petróleo, religião e guerras.

Segundo Dan, aproximadamente 500 jornalistas estrangeiros trabalham em Jerusalém, o que é de se espantar, considerando o reduzido espaço geográfico do local. “Seria uma grande surpresa se tivéssemos 80, ou até mesmo 50 correspondentes internacionais aqui no Brasil, que é um país com dimensões muito maiores”, explicou. Na opinião do jornalista, o noticiário sobre o Oriente Médio é tão interessante para as pessoas porque há um fascínio geral pela violência. “If it bleeds, leads”, ironizou Dan, citando o trocadilho que, traduzido, significa algo como “se há sangue, então há notícia”.

E causas para conflitos violentos não faltam no Oriente Médio. O fundamentalismo islâmico, que obriga o seguimento da religião muçulmana através do poder político, é algo que, para o especialista inglês, dificilmente terá um fim. Já a questão do petróleo, que tornou-se uma arma política nas negociações entre os governos, na visão dele, também é muito delicada, pois trata-se de um recurso não-renovável fundamental para o sustento mundial. Sobre a disputa territorial entre israelenses e palestinos, porém, Dan não soube dizer se, após 2 mil anos, um povo ainda pode requerer seus direitos. “Mas tudo que é relativo ao drama humano, é de interesse jornalístico”, resumiu.

Reforçando a nobreza da profissão, o correspondente fez questão de ressaltar a importância do jornalismo. “Nós, jornalistas, somos guardiões da democracia e da livre expressão. Sem nossa atividade seria muito difícil sonhar em construir sociedades melhores”, afirmou. Residente em um local seguro, fora da Faixa de Gaza, Dan se considera um privilegiado por poder trabalhar em Jerusalém. “Essa é uma guerra cinco estrelas, é um luxo poder cobri-la”, opinou. Aos risos, ele contou que a única vez que correu risco de vida foi quando esteve dentro de um tanque de guerra, que foi bombardeado por cinco horas, para fazer uma reportagem. “Não me aconteceu nada, mas até hoje minha mulher não sabe disso. Ainda bem que ela não lê o que escrevo”, brincou.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Rádio hondurenha é fechada para calar Zelaya

Por dar voz à Manuel Zelaya, presidente deposto de Honduras, a Rádio Globo local sofreu nova censura por parte do atual governo, que já havia retirado seu site do ar. Ontem, por determinação do líder golpista Roberto Micheletti, a emissora teve sua transmissão interrompida. Refugiado na embaixada brasileira, Zelaya utilizava a rádio para mobilizar a opinião pública internacional sobre o conflito.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Seria a internet o fim do jornalismo?

O Salão Pedro Calmon foi palco, entre os dias 14 e 17 de setembro, do Meio a Meios, a III Semana de Jornalismo da UFRJ. O tema na última segunda-feira, primeiro dia de debates, foi o Jornalismo 2.0 e, para discuti-lo, estiveram presentes vários jornalistas envolvidos com a web e autores de blogs. Tendo em vista as transformações ocasionadas pelas mídias digitais, o objetivo era pensar a respeito do que pode acontecer com a profissão e como isso reflete no poder até então exercido pelos grandes conglomerados da informação.

Na visão de Pedro Markun, diretor do Jornal de Debates, “com a internet, o jornalismo como se conhecia antigamente morreu, mas isso não quer dizer que a função do jornalista tenha desaparecido”. Pelo contrário, ele afirma que agora toda pessoa com acesso à rede tem nas mãos uma ferramenta democrática, capaz de ter o mesmo poder de alcance que os grandes veículos de comunicação.

E foi exatamente isso que Markun fez, ao clonar integralmente o blog do Planalto e dar aos leitores a possibilidade de comentar os textos, o que não ocorria no site original, escrito por pessoas ligadas ao Governo Federal. “Derrubei em 15 minutos todo o trabalho feito durante meses pela equipe do blog, mas pelo menos agora os leitores têm a chance de manifestar sua opinião e estabelecer um diálogo”, explicou ele.

O desenhista e autor das tirinhas “Os Malvados”, André Dahmer, pensa da mesma maneira. Segundo ele, o fim da verticalização da informação, que antes só chegava às pessoas por meio de algumas poucas empresas que detinham o monopólio da comunicação, é a principal mudança trazida por essa nova plataforma. “Empresas como a Globo, por exemplo, estão totalmente perdidas, sem saber o que fazer. Agora o público interage com as redes, e cada um pode ser o agente de sua própria notícia”, divertiu-se.

Mesmo cientes de tais processos de mudança, os convidados presentes foram unânimes em afirmar que não é possível prever o que acontecerá em decorrência da internet daqui a alguns anos. “O mais interessante é que ninguém é especialista nesse novo jornalismo. Tanto o profissional mais bem conceituado quanto o mais simples internauta que posta seu próprio material na web, todos estão em pé de igualdade. Ninguém sabe ainda como tirar proveito dessa novidade que vivenciamos”, resumiu o colaborador do site Overmundo, Thiago Camelo.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Os 25 melhores filmes da Inglaterra

O The Guardian elegeu os 25 melhores filmes britânicos dos últimos 25 anos. Como critério, o jornal escolheu não apenas produções locais, mas também filmes de cineastas ou personagens ingleses. 'Trainspotting', do diretor Danny Boyle, está no topo da lista.

por João Pedro Maciel e Isabella Farias