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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O Natal está chegando!

O Project Natal, da Microsoft, que está previsto para sair apenas daqui a um ano, no final de 2010, já repercute em vários sites na Internet. Anunciado em 1º de junho de 2009, na conferência pré-E3 da Microsoft, o projeto prevê uma leitura do corpo da pessoa, possibilitando que jogos e aplicativos diversos sejam controlados à distância, sem o uso de controle algum.

As maiores empresas de games do mundo já declararam estar desenvolvendo jogos para o Natal, que será incorporado ao Xbox 360, mas sem dar mais detalhes das novas obras. A Ubisoft, por exemplo, afirmou já estar produzindo 10 jogos para o projeto, dizendo, no entanto, que consistem, basicamente de experiências casuais, similares às propostas pelo Nintendo Wii, concorrente do console da Microsoft.

Em declaração ao site Uol Jogos, o presidente da japonesa Nintendo afirmou não temer perder público para o Natal. “Até que eles digam quando vão lançar, quanto vai custar e quais softwares virão com ele, não saberemos se essa é a rota que deveríamos ter tomado.”

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

"Consegui emprego pelo Orkut!"

Que as redes sociais servem para fazer amizades, todos já estão cansados de saber. Poucos, no entanto, se atentam para a importância que essas redes podem ter para o sucesso também na vida profissional. Dá para notar isso pelo baixo número de membros nas comunidades destinadas a troca de informações sobre novos empregos e anúncio de vagas no site Orkut, o mais popular site de relacionamentos do país.

Eu estava querendo mudar o local de trabalho e via Orkut fui convidada para outro lugar, sou médica e nunca esperava conseguir emprego pelo Orkut”, conta Raquel Lessa, formada em medicina pela UFPE. Assim, como ela, outras pessoas contam como conseguiram arranjar emprego através de redes de relacionamentos. É também o caso de Silmara Pinto, que dá a dica: “Coloquei ‘estampadão’ no meu profile que precisava de emprego. E não é q ele veio?!”.

O caso da mineira Gleice Mageste é ainda mais radical. “Trabalho como Cadista. Todos os empregos que eu tive, consegui pelo orkut. Três vezes. Entro em muitas comunidades relacionadas ao que eu trabalho e deixo lá mensagens falando que estou interessada em arrumar emprego”.

Também existem empresas que usam os sites de relacionamentos para recrutar novos funcionários ou auxiliar pessoas a encontrar novos empregos. É o caso da “Emprego Aqui RH” que possui uma conta no Facebook e oferece seus serviços para o Rio de Janeiro. A empresa define-se como uma inovadora agência de encaminhamento para o mercado de trabalho, pois permite ao candidato escolher planos condizentes com o seu perfil.

Alguns empregadores sugerem a participação de pessoas nas comunidades do Orkut como um fator importante para o destaque de um possível novo talento. “Esteja sempre postando na comunidade. Se surgirem comentários interessantes nós estaremos observando e dá até para arranjar novos redatores graças ao Orkut”, confessou Ricardo Farah, editor da revista EGW, sobre jogos e cultura de massa.

Assim como podem ajudar na hora de achar um novo emprego, as redes sociais também podem atrapalhar a vida de candidatos a vagas de trabalho. Algumas empresas de RH incorporaram a pesquisa online a seus processos seletivos. Desse modo, as comunidades que a pessoa participa podem ser decisivas na hora de arranjar um novo emprego. A “Eu já fui para o trabalho bêbado”, por exemplo, “Pode até ser uma brincadeira”, diz Eline Kullock, presidente da empresa de recrutamento paulista Grupo Foco. “Mas vira um sinal de alerta para nós”. Fica então a dica: o Orkut ajuda na corrida por emprego. Mas tem que ser usado com sabedoria.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

O que é Digital Rights Management?



O DRM (Digital Rights Management) é um tema controverso. Se, por um lado, muitas empresas não comentam o assunto, por outro, cresce a cada dia o número de artigos na Internet que criticam o DRM. Apesar disso, o consumidor final sabe muito pouco sobre este tema que já rege há algum tempo – e cada vez mais – as formas atuais de entretenimento.
A gestão de direitos digitais (DRM, na sigla, em inglês) foi criada quando começaram a surgir as formas digitais de entretenimento. Devido à facilidade de disseminação de conteúdos pelas vias digitais, as empresas ficavam sem saber exatamente como gerir os direitos autorais. Em meio a isso, surge o DRM. Há, na verdade, várias maneiras de gerir os direitos na era digital e todas elas fazem parte do DRM.
E é exatamente devido às inúmeras formas de gestão que o DRM é capaz de variar de acordo com a maneira de entretenimento em questão. E mesmo dentro de cada uma há inúmeras possibilidades diferentes de DRM. Na música, a mais tradicional é a usada pelo iTunes, da Apple, que permite um número limite de cópias para cada música, impedindo que este limite seja ultrapassado.
Esse método foi o mesmo usado pela Electronic Arts no jogo Spore, que permitiu que apenas cinco computadores fossem registrados para rodar o jogo. Para que Spore fosse instalado em um sexto computador, era necessário desinstala-lo em algum dos anteriores. Essa estratégia não foi muito bem vista, o que tornou o gerenciador de criaturas da EA o jogo para PC mais pirateado do ano, segundo estimativa do site TorrentFreak.
Uma outra estratégia de DRM, esta usada no aluguel e compra de filmes pela Internet, é estabelecer um prazo para que o arquivo seja utilizado. Após esse prazo, o arquivo é simplesmente apagado. Esse é o método utilizado, por exemplo, pelo Xbox Live Market Place. Nos filmes em DVD, uma forma comum de DRM é através da codificação por regiões, ou seja, um filme de Região 4 (América Latina) não funciona num DVD player de Região 1 (Estados Unidos).
No Wii, o DRM age através do Wii Shop Channel. Tanto o canal de jogos originais (WiiWare), como o Virtual Console, que vende jogos antigos, permitem que o game seja executado apenas em um Wii, sem poder ser trocado. A Nintendo recomenda, inclusive, que o console seja formatado antes de ser vendido.
E é, assim, de maneira “sorrateira”, mas sempre presente, que o DRM vai influindo na diversão.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Brasil é o quinto país com mais conexões à internet

O Brasil tinha 64,8 milhões de internautas, segundo o Ibope Nielsen Online, em julho de 2009. Esse valor indica um aumento de 2,5 milhões em relação a junho e um acréscimo de 23,3 milhões, quando comparado com julho de 2008. O país hoje é o 5º em número de conexões à internet, com 23,8% das residências conectadas. Nas áreas urbanas, 44% da população está conectada.
27,5 milhões de brasileiros acessam a internet de casa com regularidade. De todos os internautas brasileiros, 87% acessam a internet semanalmente, numa proporção de 38% que acessa diariamente, 10% de quatro a seis vezes por semana, 21% de duas a três e 18% apenas uma vez.
Apesar desses números elevados, um estudo realizado pelo TIC Domicílios 2008 e divulgado pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) indicou que 75% dos brasileiros consideram o custo uma barreira para a aquisição do PC, enquanto 54% dizem que os preços dificultam o acesso à internet.
No mundo todo, 500 mil pessoas entram, diariamente, pela primeira vez na internet. Estima-se que o número de usuários de computador vá alcançar a marca de 2 bilhões até 2012.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Guerra dos sexos em Atenas

Com base na deusa grega Atená, Angélica Barros contrastou o espaço feminino e o masculino na sociedade ateniense em sua palestra nesse segundo dia da XXXI Jornada de Iniciação Científica da UFRJ. Analisando imagens desenhadas em vasos de cerâmica, a aluna de história mostrou que a deusa resume em si as figuras de soldado e mãe, principais papéis desempenhados pelos homens e mulheres, respectivamente, desta Polis (cidade).
Angélica Barros destacou o espaço privado, doméstico (oîkos), como principal área de atuação da mulher ateniense. Apesar de terem aulas de leitura, cálculo e música com suas mães, eram criadas exclusivamente para casar e ter filhos. Atená se aproximaria dessa figura feminina ao receber um filho concebido pela terra (Gaya), revelando seu instinto materno.
A figura masculina representa o outro extremo, a criação para o espaço público. A educação do homem de Atenas se baseava em três pilares: corpo, alma e intelecto, promovendo um equilíbrio para seu ser. A ginástica, a música e a gramática eram, respectivamente, as atividades que cumpriam esse balanceamento. Angélica Barros frisou que os homens deviam estar sempre preparados para a guerra, a defesa de Atenas era sua principal ocupação.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Rádio Globo Honduras fechada por apoiar Zelaya.

A Rádio Globo Honduras, sem relação com a Rádio Globo brasileira, apoiou a volta do presidente deposto Manuel Zelaya. A rádio informou em primeira mão o retorno de Zelaya e cedeu-lhe espaço para executar comunicados e trocar informações no terreno da embaixada brasileira. Denunciou a censura do governo às rádios locais e, após 39 dias com seu site fora do ar, foi fechada pelo governo.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Jornalismo Cultural: Só um hobby





Data: 15 de setembro. Segundo dia de palestras do Meio a Meios, a semana de Jornalismo da UFRJ. O tema: Jornalismo Cultural. Após um já tradicional atraso, a mesa-redonda teve início com Luis Antonio Ryff, da PUC Rio. Ainda na mesa, estavam: Adriano Belisário, do Som Barato e coordenador do Pontão de Cultura Digital da Escola de Comunicação da UFRJ, Bruno Natal, da URBe e Daniel Tambarotti, do canal Multishow.

Na verdade, o que mais se viu, mais uma vez, foi uma grande discussão sobre a participação da internet na prática do jornalismo. Os debatedores identificaram no jornalismo cultural brasileiro um grande meio de entrada para a participação do público. Segundo eles, Luis Antonio Ryff, em especial, essa é uma questão muito importante para o futuro de todas as formas do jornalismo, em especial das mais marginalizadas, como é o caso do jornalismo esportivo e do jornalismo cultural.

Vale, antes de prosseguir, explicar o porquê dessas duas vertentes da profissão serem vistas com um tradicional desdém. Normalmente, segundo as palavras do próprio Ryff, quem faz jornalismo cultural é porque gosta de música, ou de cinema, ou de literatura e, provavelmente, faria isso ainda que fosse apenas um hobby. Não há, via de regra, o espírito investigativo muito comum em qualquer uma das vertentes mais tradicionais do jornalismo. Além do mais, as notícias vão atrás do jornalista, já que a publicação vai ajudar na divulgação de algo, enquanto que no jornalismo tradicional é o profissional que precisa correr atrás do fato a ser noticiado.

Devido a isso, o jornalismo cultural seria uma ótima porta de entrada para o leitor que, realmente, participaria apenas por hobby, não mais encarando a prática como uma profissão. Ainda que o jornalismo e os jornalistas não fossem ser instintos, mesmo que funcionassem apenas como mediadores, o 2.0 novamente se mostrado importante. E não à toa foi pauta fundamental também da mesa-redonda sobre jornalismo cultural no Meio a Meios.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Blue Man Group no Brasil

O trio nova-iorquino Blue Man Group (http://tiny.cc/3OV1t ) fará shows no Rio de Janeiro e em São Paulo em setembro. As apresentações misturam música com performance teatral (http://tiny.cc/EgGos ).

Por Nícolas Mileli