quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Turismo Espacial

Já imaginou ser astronauta? Desde 2005, a Virgin Galactic vem desenvolvendo um projeto que promete transformá-la na primeira companhia de turismo espacial do mundo. As naves “WhiteKnightTwo” e a “SpaceShipTwo” estão sendo construídas para possibilitar a experiência única de visitar o universo. Os primeiros passeios terão duração de cerca de duas horas e meia e vão custar 200 mil dólares. Reservas já podem ser feitas pelo site desde 2005 mesmo que ainda não haja prazo para a estreia galáctica.
A Virgin Galactic teve seu início com o “SpaceShipOne”. Em 2004, Burt Rutan projetista da nave, levou o prêmio do Ansari X Prize por ser sido o primeiro a possibilitar a navegação espacial com tripulação desenvolvida pelo setor privado. Apaixonado pelo resultado, Richard Branson, bilionário dono do Virgin Group, fechou uma parceira com Rutan comprando os direitos sobre o projeto e fundou a empresa de turismo. A partir do “SpaceShipTwo”, foram concebidas as duas naves que transportarão 6 passageiros e dois pilotos por viagem.
A primeira leva será feita por 100 pessoas, os chamados “Fundadores”. Como não há mais vagas, as próximas reservas serão feitas sob o título de “Pioneiros”, que devem visitar a órbita no primeiro ano de funcionamento da Virgin Galatic. Esses pagaram entre 100 000 e 175 000 dólares e estarão no grupo dos primeiros 1000 astronautas amadores. Por fim, quem quiser ir logo após os Pioneiros deve depositar 20.000 dólares pelo site da empresa.
O primeiro passo será dado de Mojave Spaceport, deserto da Califórnia, com um voo de 15 mil metros. Até essa altura, a “SpaceShipTwo” estará sendo levada pela mãe “WhiteKnightTwo”. Esse período será para adaptação, conhecimento da equipe e dos pilotos responsáveis e de apreciação do Oceano Pacífico. Depois, quando a nave espacial for solta, apenas alguns segundos serão necessários para levá-lo rumo ao destino final. Os tripulantes serão levados por uma incrível velocidade de 4 mil quilômetros por hora, 3 vezes a velocidade do som.
Ao chegar-se no espaço os motores serão desligados e finalmente os presentes terão a possibilidade de experimentar a sensação da gravidade zero e do silêncio completo. Depois de algumas cambalhotas, enormes janelas possibilitarão contemplar a privilegiada visão de 1600 quilômetros do universo e do planeta Terra sob um ponto de vista que somente privilegiados já tiveram. No momento de partir, todos sentarão em seus lugares, a gravidade voltará gradualmente e após passar pelas camadas da atmosfera e sentir o poder da força G, uma cerimônia de celebração será realizada.
Antes de todas as maravilhas que a viagem proporciona, saiba que há um ritual de preparação. Durante os três dias que antecedem a decolagem, além de exames médicos, serão feitas simulações que visam trabalhar tanto com o lado emocional e físico dos passageiros quanto com costume à gravidade e à força G. Os testes serão feitos com o transporte da nave mãe “WhiteKnightTwo” e uma cópia do “SpaceShipTwo” e ainda haverá um treinamento de girar em uma centrífuga a 3 a 4 G’s.

A revolução digital e os rumos do jornalismo

A era é de transformação tecnológica e os tempos são de incerteza quanto ao futuro da profissão. Graças ao crescimento da internet e de outros veículos de comunicação, que permitem a descentralização da informação, ninguém sabe dizer ao certo o que acontecerá com o jornalismo daqui a alguns anos. Com o objetivo de discutir os caminhos que as empresas de mídia terão de percorrer para poder se adequar e não perder espaço dentro do novo sistema comunicacional, tendo em vista principalmente as possibilidades de interação com o público, foi realizado, entre os dias 27 e 29 do último mês de outubro, o 3º MediaOn em São Paulo.

Principal fórum de jornalismo online da América Latina, o evento, que foi realizado pelo Instituto Itaú Cultural e pelo Terra, com o apoio da CNN e da BBC Brasil, contou com a participação de diversos especialistas no assunto. Confira abaixo as principais opiniões e as notícias na íntegra.

- "A falta de confiança dos leitores pode ser reconstituída através da internet", afirmou Pierre Haski, editor-chefe do site Rue.89.com, sobre "a crise moral pela qual passa o jornalismo". Mais de 60% dos franceses não confiam nos jornalistas de seu país. Para Fernando Madeira, presidente do Terra América Latina, "a internet ajuda a construir e a destruir a confiança em uma marca", já que os nascidos na era digital costumam ter pouco apego às marcas. Leia mais aqui.

- Para José Roberto Toledo, especialista em jornalismo de precisão e política, "a checagem ganhou mais importância nos dias de hoje. O conceito de publicar antes não vale mais". É importante também contextualizar a notícia para que o leitor se encontre mais rapidamente e evite perder tempo "entre a enxurrada de coisas que circula na internet". Já Tiago Dória, editor do blog sobre cultura, web, mídia e tecnologia do IG, acredita que enquanto se preocuparem em dominar as ferramentas e não os conceitos virtuais, os jornalistas continuarão com escassez de tempo. Leia mais aqui.

- Toledo disse ainda que "ser demasiado impessoal no Twitter é muito chato". Para ele, as redes sociais são ótimos meios para se "tirar o termômetro da sociedade", ou seja, chegar à uma conclusão sobre o que as pessoas estão pensando. Ainda sobre os "twits", os de maior reprodução são aqueles com linguagem clara e que estabelecem links para conteúdos externos. Integrante do programa humorístico CQC, Danilo Gentili ressaltou a possibilidade de interação entre quem emite e quem lê um conteúdo na internet. "A graça do Twitter é eu mesmo me comunicando com quem está me lendo", declarou. Leia mais aqui.

- O jornalismo esportivo online não existe. Essa é a opinião de José Henrique Mariante, editor do caderno de esportes da Folha de São Paulo, que considera "colagem o que é feito hoje, através de outras plataformas". Enquanto Júlio Gomes, editor do site ESPN.com.br, tem como meta estar em todos os lugares e de todas maneiras, através das várias mídias, Luiz Fernando Gomes, editor-chefe do diário esportivo Lance! acredita que o jornal terá de saber o "amanhã" e não o "ontem". "O jornal tem de prever e analisar o que irá acontecer", opinou ele. Leia mais aqui.

Text matters on the Web

Pessoal,

recebemos esse vídeo no meu trabalho e achei legal repassar!

http://vimeo.com/6877117

abs

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Quinzena de Gravura e exposição de litografia na EBA

Eventos onde alunos têm a oportunidade de mostrar sua produção artística ocorrem de 3 a 13 de novembro.

A Escola de Belas Artes(EBA/UFRJ) promove entre os dias 3 e 13 de novembro a “Quinzena de Gravura”. O evento, que ocorre a cada final de semestre, conta com a exposição das gravuras produzidas por alunos da EBA, disponíveis para a venda. A “Quinzena” tem ainda palestras de artistas e professores e workshops ministrados pelos estudantes. Este semestre o evento será acompanhado pela amostra “Lito”, que conterá a exposição de mais de 30 obras de litografia, produzidas por gravadores profissionais e alunos do ateliê de gravura. A exposição ocorrerá na galeria Macunaíma, na EBA. Já as obras da “Quinzena da Gravura”, estarão no hall da Reitoria.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

O que é Digital Rights Management?



O DRM (Digital Rights Management) é um tema controverso. Se, por um lado, muitas empresas não comentam o assunto, por outro, cresce a cada dia o número de artigos na Internet que criticam o DRM. Apesar disso, o consumidor final sabe muito pouco sobre este tema que já rege há algum tempo – e cada vez mais – as formas atuais de entretenimento.
A gestão de direitos digitais (DRM, na sigla, em inglês) foi criada quando começaram a surgir as formas digitais de entretenimento. Devido à facilidade de disseminação de conteúdos pelas vias digitais, as empresas ficavam sem saber exatamente como gerir os direitos autorais. Em meio a isso, surge o DRM. Há, na verdade, várias maneiras de gerir os direitos na era digital e todas elas fazem parte do DRM.
E é exatamente devido às inúmeras formas de gestão que o DRM é capaz de variar de acordo com a maneira de entretenimento em questão. E mesmo dentro de cada uma há inúmeras possibilidades diferentes de DRM. Na música, a mais tradicional é a usada pelo iTunes, da Apple, que permite um número limite de cópias para cada música, impedindo que este limite seja ultrapassado.
Esse método foi o mesmo usado pela Electronic Arts no jogo Spore, que permitiu que apenas cinco computadores fossem registrados para rodar o jogo. Para que Spore fosse instalado em um sexto computador, era necessário desinstala-lo em algum dos anteriores. Essa estratégia não foi muito bem vista, o que tornou o gerenciador de criaturas da EA o jogo para PC mais pirateado do ano, segundo estimativa do site TorrentFreak.
Uma outra estratégia de DRM, esta usada no aluguel e compra de filmes pela Internet, é estabelecer um prazo para que o arquivo seja utilizado. Após esse prazo, o arquivo é simplesmente apagado. Esse é o método utilizado, por exemplo, pelo Xbox Live Market Place. Nos filmes em DVD, uma forma comum de DRM é através da codificação por regiões, ou seja, um filme de Região 4 (América Latina) não funciona num DVD player de Região 1 (Estados Unidos).
No Wii, o DRM age através do Wii Shop Channel. Tanto o canal de jogos originais (WiiWare), como o Virtual Console, que vende jogos antigos, permitem que o game seja executado apenas em um Wii, sem poder ser trocado. A Nintendo recomenda, inclusive, que o console seja formatado antes de ser vendido.
E é, assim, de maneira “sorrateira”, mas sempre presente, que o DRM vai influindo na diversão.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

"Abertura 1812" ,de Tchaikovsky, via celulares

A Companhia telefônica Vodafone, da Nova Zelândia, resolveu inovar, criou um anúncio no qual mil celulares tocam em conjunto a "Abertura 1812",de Tchaikovsky. O video, nomeado por eles de "Vodafone Symphony", precisou de 53 ringtones diferentes e do envio de mais de duas mil mensagens de texto, para que os celulares fossem ativados e funcionasse.

Veja o video aqui.

Criativo,né?

Silicone se rompe durante prova de reality show

Uma participante de um reality show da MTV, conhecido como "The Real World", rompeu sua prótese de silicone quando precisou saltar em um lago durante a realização de uma prova. A princípio, os colegas não levaram a moça muito a sério, mas quando Shauvon continuou a reclamar de dores as reações mudaram. Depois de ser levada para o hospital, os exames mostraram que ela teve lesões nas próteses mamárias. A mulher de 24 anos decidiu sair do programa após recomendação dos médicos. Veja o vídeo.