terça-feira, 21 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
Mães lutadoras
Documentário Luto como Mãe é exibido no NEDD-DH
Luto como Mãe foi exibido no último dia 15 no Auditório Manoel Maurício de Albuquerque. O documentário de Luís Carlos Nascimento foi debatido por Marilene Lima, Patrícia Oliveira e Mércia Britto, protagonistas e produtora executiva do filme. O público teve oportunidade de fazer perguntas e se emocionar com a luta de mães humildes que perderam seus filhos em ocorrências policiais. O evento faz parte do curso de extensão Direitos Humanos em tela e teve mediação de Patrícia Rivero, professora do NEPP-DH - Núcleo de Estudos de Políticas Públicas em Direitos Humanos Suely Souza de Almeida.
A busca por justiça é retratada em 3 casos ainda sem solução na periferia do Rio de Janeiro. A primeira é a chacina de jovens moradores de Acari em Magé por policiais militares em 1990. O fato deu origem ao grupo das Mães de Acari, que tornou-se referência internacional na luta por direitos humanos no Brasil. A segunda ocorrência ficou conhecida como Caso Via Show, em que 4 rapazes de Guadalupe teriam sido assassinados por seguranças da casa de show. A ação de um grupo de PMs na Baixada Fluminense em 2005 deu origem ao episódio mais recente explorado pelo filme, a chamada Chacina da Baixada. Os casos são narrados pelas mães órfãos de filhos que exigem a punição dos culpados. Impressiona a dignidade com a qual as mulheres lutam e narram seus tragédias ao longo de todo o filme.
A sessão emocionou alunos de serviço social e outras cursos presentes. A rodada de perguntas não escondeu a admiração pelas heroínas do subúrbio e suas histórias de superação. Segundo Marilene, exibições do filme em universidades são muito importantes para a conscientização das futuras gerações, para que se evite que barbáries como as contadas no documentário voltem a acontecer pelas ruas e favelas da cidade. O curso de extensão exibe na próxima quarta "Topografia de um desnudo", filme de Teresa Aguiar sobre a "operação mata mendigos" no Rio dos anos sessenta
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Novo Aurélio inclui termos da Era Digital
O dicionário Aurélio ganhou uma edição atualizada e antenada com os verbetes do mundo digital. A versão atual será lançada em outubro e comemora o centenário de seu criador com novos verbos como “tuitar” e “blogar” e substantivos como “pop-up” e “fotolog”.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
A China em Rede
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Provas e livros
domingo, 5 de setembro de 2010
O jornalismo digital será pluralizado
Numa esfera mais variada, blogs e sites de esquerda nacionais têm furado o apoio maciço da mídia à candidatura de oposição e conseguido levar informações mais plurais ao público. No último fim de semana, por exemplo, antes mesmo do diário chegar às bancas, o blog O Biscoito Fino e a Massa, de Idelber Avelar, furou a notícia do jornal O Globo que dizia que foi um ex-filiado do PT quem quebrou o sigilo da filha de José Serra.
As informações existem em abundância para diferentes gostos. Há desde blogs radicais, auto-organizáveis e repletos de teoria até outros que se aproximam da mídia tradicional, com informações atualizadas, mas, mais importante, abertas realizadas de modo plural. Abaixo, Gustavo Barreto, criador do Consciência.net, espaço que reúne textos variados de esquerda, dá suas opiniões sobre as possibilidades que a internet oferece ao ativismo na rede.
Para entender os pontos de cultura

Espalhados em mais de mil municípios do Brasil, os Pontos de Cultura são iniciativas da sociedade civil que, após seleção por edital público, firmam convênios com a Secretaria de Cultura estaduais e o Ministério da Cultura e tornam-se responsáveis por articular e impulsionar ações que já existem nas comunidades. O projeto não visa definir quais serão as ações culturais presentes nas comunidades, mas, ao invés disso, apoiar e auxiliar as que já existem.
Hoje existem cerca de quatro mil Pontos de Cultura espalhados pelo país, que atingem mais de oito milhões de pessoas. Os Pontos não possuem modelo único de instalações físicas, programações ou atividades. Em geral tratam-se de iniciativa que impulsionam a realização de ações envolvendo arte, educação, cidadania cultura com economia solidária.
Os projetos e as localizações prezam pela diversidade e abrangência. Há desde a tradicional ONG Ação Comunitária do Brasil do Rio de Janeiro (ACB), que busca meios de inclusão social no Complexo da Maré há 44 anos, até comissões indígenas no Acre ou grupos de apoio a idosos no Mato Grosso do Sul.
Anualmente, os Pontos de Cultura são incentivados ao debate num fórum chamado Teia. Além disso, os chamados Pontões articulam e dão apoio aos Pontos. Na ECO, funciona um Pontão. Abaixo, Tainá Vital, coordenadora do projeto da Escola, fala um pouco mais sobre os projetos. Para quem quiser mais informações, o site do Ministério da Cultura tem mais informações, e o Mapa dos Pontos traz informações sobre todas as iniciativas.

