Conversei através do Gtalk com Cynthia Nunes, freelancer formada em design e especialista em redes sociais. Cynthia realiza consultoria para diversas empresas em projetos para mídias digitais, como aplicativos para Orkut, Twitter e Facebook.
Veja os high-lights do nosso papo:
Lidiane Queiroz: Atualmente, em que mídia os anunciantes estão investindo mais?
Cynthia Nunes: As verbas para TV, mídia impressa, rádio e revistas estão sendo cada vez mais reduzidas. No ano passado os investimentos em publicidade online aumentaram cerca de 40% e desses 40%, quase a metade foi investida em mídias sociais. Ou seja, este é um mercado em expansão - eu que o diga!rs - e parece ser bem promissor.
L. Q. O que leva anunciantes a colocarem sua marca em redes sociais?
C. N. Olha, cada empresa busca coisas diferentes ao traçar um projeto de comunicação via aplicativo de redes sociais. Os mais comuns são o estreitamento da comunicação com os clientes, o desejo de associar a marca a um determinado universo, permitir que os consumidores auxiliem no desenvolvimento dos produtos... Além disso, muitos estudos de núcleos de pesquisa mostram que investir em redes sociais ajuda as empresas a crescer. Segundo um pesquisador da área: "Estar presente nas mídias sociais já não é mais um diferencial de uma empresa, já é quase uma obrigação. Seus clientes estão lá e seus concorrentes também".
L.Q. Por que é tão importante atingir os consumidores de internet?
C. N. Basicamente por causa do poder de alcance das pessoas quando elas estão conectadas. Enquanto uma pessoa atinge cerca de 11 no mundo real, na web essa mesma pessoa pode chegar a atingir 200% mais!
L.Q. Qual é a rede social mais usada no mundo? E pelos brasileiros?
C. N. O Facebook é a rede social mais usada no mundo. Já no Brasil, a "menina dos olhos" é o Orkut.
L.Q. Então essas são as melhores redes sociais para divulgar uma marca?
C. N. Eu diria que além do Facebook e do Orkut, o Twitter é um bom espaço para a criação de aplicativos de marketing.
Cada um tem os seus pontos positivos. O Twitter registra um constante crescimento no número de usuários e, além disso, é uma boa ferramenta para dar notícias sobre a empresa, fazer promoções, anunciar lançamentos... Já o Facebook tem mais de 200 milhões de usuários e sua própria arquitetura facilita a inserção de jogos e aplicaticos, uma vez que os usuários já estão familiarizados. O Orkut, além de ser uma verdadeira febre no Brasil, também tem feito sucesso com os aplicativos lançados e é um ambiente que tem uma cara mais descontraída e despretenciosa que, se explorada com inteligência, pode se tornar o ambiente ideal para o relacionamento empresa-consumidor.
LQ. O que são aplicativos para redes sociais?
Aplicativos são programas simples que tem como objetivo executar tarefas práticas e rápidas e, normalmente, apresentam uma interface amigável. No caso das redes sociais, os aplicativos funcionam como uma extensão do seu produto no site, ou seja: uma funcionalidade que permite que o usuário execute tarefas, jogue etc, imerso no universo da sua empresa.
L.Q. O mercado de aplicativos é movimentado?
C. N. Sim, e essa movimentação vem crescendo cada vez mais. Em 2009, os aplicativos do Facebook movimentaram mais de meio milhão de dólares!
LQ. Você pode dar um dica para pessoas que desejam criar utilizar aplicativos como forma de marketing?
C.N. Claro! Ai vai: crie aplicativos para um público-alvo bem definido; interaja com o consumidor através das redes; produza conteúdo; crie aplicativos que sejam fáceis de usar; permita que o consumidor contribua com a aplicação; permita que ele customize o aplicativo; rankings fazem sucesso; faça um aplicativo "bonito", informativo e divertido.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
Site da CBN terá conteúdo para deficientes auditivos
No dia 9 de julho, a CBN dará início ao projeto Rádio em Libras, criado a partir de parceria com a ONG Vez da Voz. A emissora vai disponibilizar parte de seu conteúdo em Libras, a linguagem brasileira de sinais, tornando-se acessível aos cerca de seis milhões de brasileiros com deficiência auditiva.
"Esta ação é inédita no Brasil porque uma mídia que só era útil aos ouvintes, agora também passa a ser acessível aos surdos, por meio da Internet", afirma Cláudia Cotes, presidente da Vez da Voz.
Na primeira fase do projeto, o site da CBN vai receber, além de conteúdos recentes já traduzidos pelos intérpretes de Libras da ONG, o boletim "Cidade Inclusiva", apresentado por Cid Torquato. A parceria prevê ainda a criação de noticiários especiais com informações sobre política, economia, meio-ambiente, ciência, cultura e esportes.
Marcadores:
acessibilidade,
CBN,
Juliana Xavier
Mix leitor-d: O e-reader 100% nacional

Depois do Kindle e do Sony E-Reader é a vez do Brasil entrar no mercado dos e-readers. A empresa pernambucana Mix Tecnologia, em parceria com a Carpe Diem Edições e Produções lançarão em julho deste ano o primeiro leitor de e-book com tecnologia 100% nacional e patente requerida no seguimento de e-readers: o Mix Leitor-d. A previsão de preços está entre R$650 e R$1,1 mil, dependendo do modelo. O Básico, com capacidade de 1 GB, será suficiente para 500 livros, enquanto o Premium, com 4GB, pode armazenar até 1,5 mil livros.
O equipamento mede 10 cm X 15 cm e possui uma tela de seis polegadas. Para os amantes de literatura, a interface promete ser simples e diferenciada: a tela possui tecnologia E-Link, que não encandeia o leitor, tornando a leitura confortável mesmo sob um sol causticante. Outro benefício é o gasto de bateria apenas na troca de páginas, tendo o leitor capacidade de mudar até 8 mil páginas sem descarregar.
O foco do produto é a plataforma educacional. O Mix leitor-d possui a ferramenta interatica Interquiz (IQ) e o Wi-AA (administração acadêmica sem fio) que permite ao aparelho ser integrado a uma rede administrativa e ao aluno acessar informações sobre a instituição como notas, boletins, horário das aulas e provas. Ele possui outros benefícios escolares, como tradutor, dicionário, marcador de texto e de página, além da economia de papel, no material didático e no peso nas mochilas dos estudantes. Diego Mello, gerente do projeto nos dá mais detalhes sobre o produto.
Que tipos de conteúdo eu posso ler no Mix leitor-d?
Diego Mello: Livros, revistas, jornais, blogs, sites e arquivos em PDF, TXT e Word, entre outros. Contudo, ao invés de restringir o acesso a uma única loja virtual, como faz o Kindle, da Amazon, o usuário poderá se conectar as páginas que quiser. O objetivo é fornecer a maior quantidade de conteúdo para o público brasileiro, que poderá fazer a aquisição diretamente nos sites visitados. Com nosso produto, o leitor vai ter tudo que for de domínio público na internet. O aparelho também reproduz arquivos de áudio em MP3 e imagens JPG, GIF, PNG e BMP.
Como o e-reader brasileiro lançado pela Mix Tecnologia se difere dos demais já a venda no mercado internacional?
DM: Queremos transformar nosso produto em uma ferramenta de democratização da informação e do conhecimento. O seu diferencial é uma ferramenta chamada Interquiz (IQ). Ela pode ser acionada com um botão e, no estilo quiz, faz perguntas aos usuários sobre o conteúdo disponibilizado na tela. Isso abre uma perspectiva interessante do seu uso como livro didático. Numa sala de aula, o aluno pode estar lendo sobre História do Brasil e no mesmo momento optar por responder questões e ter comentários sobre o tema ou o professor de um cursinho poderá usar o leitor para passar exercícios.
O Senhor considera que o preço é compatível com a sua implementação nas redes de ensino?
DM: Talvez estejam caros quando pensamos que é possível encontrar um notebook por R$1,4mil, mas esses portáteis são menos apropriados para a leitura e cansam a vista. Além disso, se pensarmos no preço de um livro e no fato de que o Brasil é um dos países que mais compram livros didáticos, o eletrônico pode não ser tão caro. Um livro custa em média R$50 no Brasil, mas um título técnico, de medicina, pode chegar a R$800. É claro que isso hoje parece longe da realidade, mas se pensarmos na indústria do celular que há 15 anos estava engatinhando, não é tão distante.
Para mais informações assista ao vídeo da apresentação de Diego Mello e Murilo Marinho no seminário Educação para o Empreendedorismo Tecnológico realizado pelo Jornal do Brasil no dia 25 de fevereiro.
Os livros eletrônicos são uma tendência sem volta e em curva ascendente. Resta agora esperar para ver se a revolução eletrônica literária conquistará definitivamento o público brasileiro.
Marcadores:
E-reader,
educação,
Juliana Xavier
Reconhecimento facial no Facebook
O Facebook anunciou esta semana que seus usuários poderão taggear suas fotos através de reconhecimento facial. A ferramenta já existe há pelo menos um ano no Orkut e vem para preencher uma lacuna da rede social, já que o reconhecimento facial é uma função essencial em álbuns de fotos on-line.
As tags do Facebook vêm na esteira da ampliação de negócios do site. Em abril Mark Zuckeberg comprou uma rede social de fotografias, a startup Divvyshot, e três meses depois anunciou a primeira medida para atrair os usuários do Divvyshot, que tiveram que migrar para o Facebook. Como no site do Google, o reconhecimento de fotos do Facebook apenas reconhece os rostos, mas não a quem pertencem.
Festival de música já utilizou tags no Facebook
O Glastonbury, festival que ocorreu numa fazenda do Vale de Avalon, Inglaterra, em junho tirou uma GigaPan da plateia e montou o GlastoTag, um hot site para que as pessoas pudessem se marcar com seu perfil na rede social. O sistema funciona através do Facebook Connect, onde o usuário autoriza que o site acesse suas informações pessoais e então ele pode marcar a si mesmo ou a seus amigos na foto panorâmica.
As tags do Facebook vêm na esteira da ampliação de negócios do site. Em abril Mark Zuckeberg comprou uma rede social de fotografias, a startup Divvyshot, e três meses depois anunciou a primeira medida para atrair os usuários do Divvyshot, que tiveram que migrar para o Facebook. Como no site do Google, o reconhecimento de fotos do Facebook apenas reconhece os rostos, mas não a quem pertencem.
Festival de música já utilizou tags no Facebook
O Glastonbury, festival que ocorreu numa fazenda do Vale de Avalon, Inglaterra, em junho tirou uma GigaPan da plateia e montou o GlastoTag, um hot site para que as pessoas pudessem se marcar com seu perfil na rede social. O sistema funciona através do Facebook Connect, onde o usuário autoriza que o site acesse suas informações pessoais e então ele pode marcar a si mesmo ou a seus amigos na foto panorâmica.
Entrevista com Giselle Bieguelman
Na entrevista, a artista e pesquisadora Giselle Bieguelman fala sobre novos projetos e a relação das artes e as tecnologias digitais. A entrevista foi concedida em um encontro no Fórum de Ciência e Cultura organizado pelo PACC (Programa Avançado de Cultura Contemporânea). O assunto principal da palestra foi a utilização dos QR-Codes, imagens codificadas (como códigos de barras, mas com muito mais capacidade de informação) que podem ser interpretadas por câmeras (de celulares, por exemplo) para revelar informações textuais.
Artista multimídia e curadora, é professora dos programas de pós-graduação em Comunicação e Semiótica e Tecnologias da Inteligência e Design Digital da PUC de São Paulo. Diretora Artística do Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia desde 2008, foi curadora do Nokia Trends em 2007 e 2008 e é autora de diversos projetos premiados concebidos para Internet e mediados por celulares.
Tem experiência na área de Comunicação e Artes, com ênfase em processos de criação com mídias, atuando principalmente nos seguintes temas e áreas: cibercultura, arte digital, internet, mobilidade e design de interface. Desenvolve projetos para web desde 1994 e envolvendo dispositivos de comunicação móvel desde 2001, quando criou Wop Art , elogiado pela imprensa nacional e internacional, incluindo The Guardian (Inglaterra) e Neural (Itália), e arte que envolve o acesso público a painéis eletrônicos via Internet, SMS e MMS, como Leste o Leste?, egoscópio (2002) , resenhado pelo New York Times, Poétrica (2003) e esc for escape (2004).
É editora da seção novo mundo da revista eletrônica Trópico, colaboradora da Leonardo Electronic Almanac e Iowa Web Review e Cybertext.
Coordena, com o Prof. Dr. Marcus Bastos, o Grupo de Pesquisas "net art: perspectivas criativas e críticas", cujo portal pode ser acessado em http://netart.incubadora.fapesp.br/portal. Site: http://www.desvirtual.com/
Vejam também uma reportagem que mostra uma obra de arte que utiliza a tecnologia QR-Code.
Se quiser gerar seu próprio QR-Code, é só acessar o link abaixo.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Para além do espaço real: a cibercultura
Um mundo que não se configura mais pela comunicação "um-um",mas sim pela de muitos para muitos. Resumidamente este é o panorama desenhado pela cibercultura, que em rede mundial possibilita que grupos se reúnam usando aplicativos como murais de mensagem, listas de discussão ou salas de bate-papo. Pensar no ciberespaço, é conceber um lugar que mesmo fragmentado em seus nichos consegue ser centralizado em seus variados pólos de conhecimento ou de inteligência coletiva, como o teórico francês Pierre Lévy conceitua nesse dilúvio dados.O ciberespaço é o local para a nova comunicação, que sufocada pelas mídias tradicionais e de massa necessita de um escape para veicular novas ideias e explorar as potencialidades desse conceito que cresce gradativamente. É fato, que seu surgimento causa um estranhamento e até mesmo uma repulsa, visto que é uma nova proposta no estabelecimento da comunicação. Porém, uma ressalva deve ser feita, pois toda quebra de paradigma, do surgimento do cinema ou do jornal, causaram similar impacto na sociedade. E o que vemos hoje? Essas mídias devidamente incorporadas no cotidiano em suas adequadas proporções.
O progresso das tecnologias digitais e o crescimento exponencial das redes colocam a sociedade em um caminho irreversível: práticas, atitudes, pensamento e modos de ver o mundo estão cada vez mais por este novo espaço de comunicação que gera essa interligação e promove o processo "de muitos para muitos". Mais do que isso, a cibercultura solicita a presença do usuário e não meramente a do indivíduo. Uma atitude colaborativa é o motor desse nascente local, em que a participação é mote do progresso.
Observar essa participação é algo relevantes, pois blogs, wikis, redes sociais são a provas vivas de que cada um de nós é um ator social desse meio virtual, que causa cada vez mais impactos no mundo real. Consequentemente as mídias tradicionais, em geral vinculadas a realidade, convergem de modo a processar uma comunicação realmente democrática, tanto no acesso quanto na regulação.
Com isso, pensar em cibercultura é provocar um pensamento de ruptura que causa uma descentralização profícua aos meios de comunicação e que marca cronologicamente uma nova era no que diz respeito ao encarar com outro pensamento tudo que surge nas cadeias da informação e que segundo o professor da Escola de Comunicação, Marcio Amaral é uma experiência de habitação do humano para além do real em dimensão da troca voraz de troca de informações e capacidade invenção grande, sendo a Internet uma rede iluminista neste mundo pós-moderno.
(entrevista realizada em exploração dos conceitos de cibercultura.
Sugestão: volume máximo)
A morte da internet
A internet estarias prestes a fracassar? é isso que acredita Douglas Rushkoff,escritor e professor de estudos de mídia da Universidade New School nos EUA, que gentilmente cedeu essa entrevista via e-mail para acabar com as nossas dúvidas sobre a WEB.
Para ele a relação entre as pessoas e a rede é hoje sinônimo de uma única palavra: mudança. "No início quando a tecnologia era mais rudimentar e ainda havia uma certa aura de conhecimento envolvendo a então nova invenção, estar online significava o início de uma fascinante jornada de investigação. Agora, as pessoas encontram tudo o que querem em poucos segundos", contou.
A consequência disso seria que os internautas passaram a se contentar com rápidas e simples respostas, que ficam no meio do caminho entre a questão e a investigação. "Não que a internet fosse mudar as pessoas, mas ela poderia ser uma ferramenta para as pessoas mudarem o mundo.", disse o escritor.
Para Rushkoff, é importante considerar o estímulo positivo que ela teve ao fomentar grandes discussões, sem é claro, ignorar que hoje ela se distancia de um caminho alternativo que poderia ajudar a formar um mundo melhor. Através da internet continuamos a fazer as mesmas velhas compras e negócios, sem que isso nos dê o mínimo para promover transformações realmente fundamentais.
Mas não é hora de perder as esperanças. O professor acredita que para que a internet possa desenvolver novos valores e relações humanas é preciso que as pessoas utilizem interfaces mais complexas e diferentes dos facebooks e twitters de hoje.
"As pessoas teriam que entender algo essencial: que os diferentes ambientes virtuais que elas hoje habitam são programados por pessoas e grandes empresas na tentativa de nos encorajar a pensar da maneiras como elas querem.", explicou.
Na teoria, a proposta é boa. A prática é mais complexa. A verdade é que ainda estamos muito longe de formar um exército de programadores.Rushkoff concorda.Vamos torcer por melhoras.
Para ele a relação entre as pessoas e a rede é hoje sinônimo de uma única palavra: mudança. "No início quando a tecnologia era mais rudimentar e ainda havia uma certa aura de conhecimento envolvendo a então nova invenção, estar online significava o início de uma fascinante jornada de investigação. Agora, as pessoas encontram tudo o que querem em poucos segundos", contou.
A consequência disso seria que os internautas passaram a se contentar com rápidas e simples respostas, que ficam no meio do caminho entre a questão e a investigação. "Não que a internet fosse mudar as pessoas, mas ela poderia ser uma ferramenta para as pessoas mudarem o mundo.", disse o escritor.
Para Rushkoff, é importante considerar o estímulo positivo que ela teve ao fomentar grandes discussões, sem é claro, ignorar que hoje ela se distancia de um caminho alternativo que poderia ajudar a formar um mundo melhor. Através da internet continuamos a fazer as mesmas velhas compras e negócios, sem que isso nos dê o mínimo para promover transformações realmente fundamentais.
Mas não é hora de perder as esperanças. O professor acredita que para que a internet possa desenvolver novos valores e relações humanas é preciso que as pessoas utilizem interfaces mais complexas e diferentes dos facebooks e twitters de hoje.
"As pessoas teriam que entender algo essencial: que os diferentes ambientes virtuais que elas hoje habitam são programados por pessoas e grandes empresas na tentativa de nos encorajar a pensar da maneiras como elas querem.", explicou.
Na teoria, a proposta é boa. A prática é mais complexa. A verdade é que ainda estamos muito longe de formar um exército de programadores.Rushkoff concorda.Vamos torcer por melhoras.
Assinar:
Postagens (Atom)